A Dama e o Libertino - Margaret Moore
Histórico
Primeiro histórico do período da regência lançado nessa nova leva de inéditos da Harlequin. Uma autora consagrada no gênero: Margaret Moore. Uma narrativa focada no duelo verbal entre os protagonistas, na premissa de que os opostos se atraem, que deixa a sensação de que mesmo não sendo um dos seus melhores trabalhos, ainda é uma leitura com seus encantos.
Primeiro volume da microssérie Highland Regency. Os livros são:
- 1. Highland Rogue, London Miss (2010) - A Dama e o Libertino - Quintus MacLachlann e Esme McCallan.
- 2. Highland Heiress (2011) - A Lei do Coração - Gordon McHeath e Moira MacMurdaugh.
Os textos são independentes. Cada um tem começo, meio e fim. A ligação entre eles é feita pelo personagem Gordon McHeath que é coadjuvante neste livro e protagonista no seguinte. A autora comenta no seu site que quem ler primeiro A Lei do Coração não sentirá falta de nada. Devo acrescentar que acredito que se o leitor fizer o inverso, ficará tentado a ler sobre a história do advogado digno, honesto e charmoso que ganha algumas cenas e corações aqui.
Esme trabalha com Jamie, seu irmão e advogado, no escritório da família. Tudo de uma forma discreta e incógnita, é claro, pois as mulheres não podiam ter essa profissão. Autodidata e muito inteligente, ela era tão boa quanto Jamie para redigir contratos, testamentos, causas e acordos. O conflito se cria quando ela é obrigada a trabalhar com um investigador da firma, Quintus MacLachlann, num caso que requer experiência legal assim como uma quantidade de subterfúgio. Uma investigação delicada que envolve o pai da ex-noiva de Jamie, uma pesquisa sobre um suposto golpe financeiro.
O problema? Eles não conseguem ficar no mesmo cômodo por cinco minutos sem discutir. E esse é o ponto forte do livro: os diálogos espirituosos. Ela é a rainha da eficiência, virtude e integridade e ele, com todo seu passado sujo, simplesmente adora provocá-la até ela mostrar sua língua ferina e inteligente. Porém um plano que determina que eles devem fingir ser marido e mulher parece estar destinado ao fracasso. Será?
Uma leitura agradável, mas como já disse antes, não foi uma das minhas preferidas da autora. Além dos diálogos, Gordon McHeath me agradou muito. Ele aparece aqui como um dos suspeitos de provocar o tal golpe, porém a resolução da investigação me deixou um pouco frustrada. Impossível explicar sem spoilers que são fatais para a leitura. Há uma surpresa, mas essa parte da trama me pareceu forçada para dar combustível à parte romântica do texto. Acredito que alguns leitores se importarão com isso e outros não.
Sinopse:
O senhor do vício…
Quintus MacLachlann é do tipo arrogante que jamais se desculpa. Quando recebe a missão de fingir estar casado a fim de se infiltrar na sociedade de Edimburgo, ele saboreou a chance de ser o marido de Esme, que, embora belíssima, o detesta.
…e a senhora da virtude?
Esme não esconde sua profunda antipatia pelo desonrado libertino. Ele é a última pessoa no mundo que ela consideraria se casar, simular um casamento ou qualquer outra coisa. Mas ser forçada a atuar como esposa de um homem tão sedutor quanto ele pode criar sentimentos reais de desejo…
Abaixo a capa em inglês.

Cotação:

Gostou?Clique no botão +1 na barra abaixo.






























9 comentários:
Adorei... quero ler, mas tem outros dos lançamentos que prefiro adiantar ^^
As duas capas são lindas, na verdade a mesma com algumas mudanças e tal.
bom
O meu ainda está no plastiquinho! Nem sei quando terei tempo pra ler mas já comprei pra me garantir, né?^.^ Adoro estórias com diálogos bons e espirituosos.
Sabe, quanto as capas- pessoalmente prefiro a original (ou o 'corte' feito na capa).
Bjos!
Shiii! Pela resenha acho que não vou gostar do livro. kkkk Pior é que já comprei e deixei na lista de leitura para esse ano. Pelo menos não vou priorizá-lo agora.
Ótima resenha!
Bom final de semana.
bjus no core
Amo esses livros, super fofo!
ESPERO SUA VISITA, BLANC.
MODAEEU.BLOGSPOT.COM
ótima resenha, pena que esse tipo de livro não me agrda muito.
bjos,
http://just-livros.blogspot.com/
Oi Sweet-Lemmon.
Eu tb gosto das capas que cortam pela metade o rosto masculino. Cria uma atmosfera de mistério, faz com que a nossa imaginação seja estimulada. rsrsrs
bjokas
Oi Tonks,
Esse parece dos que eu gosto! Adoro diálogos espirituosos e carregados de ironia e paixão rs Não me recordo de ter lido nenhum livro da Margaret Moore! Sei que você disse que esse é não é dos melhores, então imagino que a autora é muito boa mesmo!
Pra romances históricos da regência, a minha preferida é a Candace Camp! Inclusive respondendo ao comentário que você colocou lá no blog, eu só coloquei A Mansão dos Segredos como reserva porque eu já li o 2 e o 3 da trilogia dos Aincourt e tenho essa coleção no estilo livraria. Então eu pretendo comprar o único que falta pra mim, que é o primeiro, também na versão de livraria, por isso não vou lê-lo na maratona de banca pois não quero trapacear rs Quero a coleção toda bonitinha ^^ Meu preferido é o 2º, O Castelo das Sombras, mas já ouvi muita gente dizendo que o 1º é o melhor e fiquei curiosa!
Enfim, adorei a dica! Vou procurar esse pra ver se eu compro!
Beijos!
Gosto muito de livros desse genero, me fascinam e tenho um enorme desejo de ler este em especial.Muito me interessou .
Postar um comentário